Programa de Estágio Volkswagen 2022

Por que é preciso ampliar os esforços de diversidade, equidade de gênero e inclusão no ambiente de trabalho?

Discriminação, invisibilidade, falta de acesso a oportunidades, desvalorização, desvantagem salarial. A lista de obstáculos que determinados grupos minorizados encontram no mercado de trabalho diariamente é grande. 

A origem dessas barreiras não têm nada a ver com a competência profissional, mas sim por questões raça, etnia, orientação sexual, identidade de gênero e características físicas, por exemplo. Elas ainda interferem na forma como alguns profissionais são discriminados e recebidos por algumas organizações organizações. 

Para se ter uma ideia, um estudo feito pelo Instituto Ethos, mapeou o perfil social, racial e cultural decolaboradores e dirigentes das 500 maiores empresas que atuam no Brasil. O objetivo era identificar possíveis desequilíbrios no que se refere a sexo, cor ou raça, faixa etária, escolaridade e presença de pessoas com deficiência.

Os resultados revelaram, por exemplo, um afunilamento hierárquico das mulheres à medida que aumentam as atribuições de comando, mesmo em um país em que elas são maioria, com 51,4% do total da população, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). De acordo com a pesquisa, o contingente feminino é distribuído da seguinte forma, em relação aos níveis hierárquicos: 

Os negros, que representam mais de 56% da população brasileira, estão, assim como as mulheres, em menor contingente nos cargos de liderança. Têm sua participação resumida, por exemplo, a 6,3% na gerência e 4,7% no quadro executivo.

Em relação às pessoas com deficiência, os números trazidos pela pesquisa são ainda mais alarmantes. No grupo de empresas analisado pelo Instituto, há apenas 2% de pessoas com deficiência trabalhando em seus quadros, ou seja, o mínimo exigido por lei  – que é 2% a 5% variável de acordo com o número de colaboradores.  

O século é o 21. Mas, se dermos uma olhada criteriosa nos números – como os que trouxemos acima  –  vamos nos sentir um pouco perdidos no tempo. O retrocesso ainda atinge em cheio a inclusão dos grupos minoritários no mercado de trabalho, que continuam sendo minoria nas organizações. E é justamente para virar esse jogo é que precisamos falar sobre o assunto constantemente.

Quer outro exemplo?

Um levantamento mostrou que menos de 10% dos colaboradores das empresas fazem parte de algum grupo minoritário como negros, LGBTI+ e pessoas com deficiência (PCDs). Essa pesquisa, encabeçada pela Pulses – plataforma de soluções de clima organizacional, engajamento e performance;  em parceria com a Nohs Somos – startup de diversidade & inclusão;  mostrou que entre as mais de 6 mil pessoas que responderam ao questionário, 8% se declararam negras; 4% não binárias, pessoas trans e travestis; 8% LGBTI+ e 3% relataram ter algum tipo de deficiência.

Em resumo, é claro que, quando se fala sobre inclusão social, é preciso lembrar que há exigências legais para a implantação nas empresas – principalmente quanto aos profissionais com deficiências. Mas é importante considerar as vantagens de ter diferentes perfis de funcionários e a representatividade como força de trabalho, impulsionando a inovação, a atratividade do negócio e fomentado a produtividade das equipes por meio da pluralidade de opiniões.

Ou seja, além de cumprir as exigências legais, ter nas equipes colegas com diferentes vivências, pensamentos, culturas, opiniões e vivências ajuda a tornar o ambiente de trabalho mais plural, trazendo enormes vantagens.

Uma pesquisa da Harvard Business Review, por exemplo, traduziu em números o que um ambiente de diversidade reconhecido pode proporcionar. De acordo com o levantamento, nessas empresas os colaboradores estão 17% mais engajados e dispostos a irem além das suas responsabilidades. Já o número de conflitos chega a ser 50% menor.

Ou seja, ao trabalhar em um ambiente que acolhe as diferenças favorece o aprendizado e instiga os colaboradores, instiga as pessoas a se arriscar mais, aumentando as chances de atingir melhores resultados em suas funções.

O estágio é a primeira experiência do estudante dentro da sua área de atuação escolhida e um momento importante para o desenvolvimento da carreira de todo profissional. Complementar ao curso de graduação, essa experiência permite que o aluno possa aplicar em situações reais de trabalho, todo o conhecimento que ele adquire no ensino acadêmico.

Além de toda a bagagem que o estudante poderá adquirir no transcorrer do estágio, na Volkswagen ele também aprende a importância da inclusão. O Programa de Estágio da empresa, que atua há quase 70 anos no Brasil, tem como uma de suas premissas a inclusão de públicos diversos – gênero feminino, LGBTQIA+, pessoas negras, PcD (Pessoas com Deficiência) e gerações seniores.

O contato de pessoas com origens e condições diferentes proporciona um aprendizado sólido e gradativo. Afinal, pessoas diferentes pensam de forma diferente e podem oferecer diferentes contribuições para o desenvolvimento do trabalho.

A Volkswagen busca estudantes com perfil inovador e que gostam de desafios! Você se identifica? São vagas disponíveis para atuar nas unidades de São Bernardo do Campo (SP), Vinhedo (SP), Taubaté (SP), São Carlos (SP) e São José dos Pinhais (PR). As inscrições vão até o dia 20 de maio.

Para saber mais sobre o programa ou se você não quer perder tempo e já quer logo se candidatar a uma das vagas, é só acessar: https://volkswagen.across.jobs/

Faça parte da revolução na era da mobilidade, diversidade e inclusão, venha para a Nossa VW!

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